25 de jul. de 2011

O Café de Surata (Bernardin de Saint-Pierre )

Trago esse conto à tona, sacudindo-lhe as poerias do ginásio. Um retrato digno feito das diversidades religiosas. Parafraseando Pierre: "..aquele, portanto, que desfruta da luz divina, espalhada por todo o universo, não despreze o supersticioso que da mesma só distingue um raiozinho em seu ídolo, nem mesmo o ateu que está inteiramente privado dela, de medo que em punição de seu orgulho não lhe aconteça como àquele filósofo que, querendo apossar-se da luz do céu, cegou e viu-se reduzido, para se orientar, a servir-se da candeia de um negro.”."



http://contosdocovil.wordpress.com/2008/06/03/o-cafe-de-surata/

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