Para onde irá essa canção cuja nota principal reveste o sole a lua, cuja luminosidade harmônica abandona os céus e cai nos meus braços esperançosos? Braços de lua que perguntam a respeito da eficácia presencial de um tempo que não mais há... De repente a colheita perfeita, a estatura da mulher benquista que me outorgará longos gestos noturnos entre seus lábios; seus braços e suas luas aparecem brilhando na janela do quarto infinito.. e dessa forma consigo, enfim, ser um mortal. E , quem sabe, não amanhecerei?
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